Soja: Mercado em Chicago trabalha com estabilidade nesta 3ª acompanhando nova fase da guerra comercial
![]()
Os preços da soja operam com leve baixa na manhã desta terça-feira (4) na Bolsa de Chicago, depois de testar fortes altas na sessão anterior. As cotações, por volta de 7h50 (horário de Brasília), perdiam pouco mais de um ponto nos contratos mais negociados, o que levava o maio a US$ 10,71 e o julho a US$ 10,84 por bushel. Ao mesmo tempo, o milho ainda subia e o trigo trabalhava com ligeiras perdas.
O mercado da soja em grão realiza lucros nesta terça, ainda muito atento à nova fase da guerra comercial já iniciada pelo presidente americano Donald Trump. As tarifas impostas sobre o México e o Canadá, no último sábado (1), foram suspensas e os países negociarão com os EUA por um mês. Já as taxas impostas à China foram mantidas e a nação asiática anunciou, nesta madrugada, sua retaliação, com alíquotas de 10% a 15% sobre os produtos americanos.
Os movimentos já vinham sendo esperados pelos mercados e, por isso, as reações do mercado acabam sendo limitadas até este momento. Como explicam analistas e consultores de mercado, agora será importante esperar quais os próximos passos de ambos os chefes de estado e os impactos disso para os mercados, na prática.
Além da questão geopolítica e das tarifações, para a soja há ainda atenção voltada ao clima da América do Sul, com preocupações crescentes sobre a safra do Rio Grande do Sul e da Argentina, principalmente, em função de uma nova onda de calor prevista para os próximos dias.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
0 comentário
Soja fecha semana com fortes altas e Chicago acima dos US$ 12, depois dias de intensa volatilidade
Crédito caro e risco no campo desafiam setor de sementes de soja nos próximos anos
Soja sobe mais de 10 pts e julho retoma os US$ 12 em Chicago com nova alta do petróleo
Soja caminha de lado em Chicago nesta 6ª, após semana de intensa volatilidade
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco