Preços da soja voltam a subir em Chicago nesta 4ª feira, acompanhando retomada do óleo
![]()
Após começarem o dia trabalhando em campo negativo, os preços da soja voltaram a subir na Bolsa de Chicago. As altas, perto de 12h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (1), eram de 5,50 e 8,50 pontos nos contratos mais negociados, com o maio sendo cotado a US$ 11,54 e o julho a US$ 11,70 por bushel.
Em partes, o apoio para os futuros do grão e a reversão do mercado na CBOT se dá com o óleo de se recuperando depois da despencada da sessão anterior e voltando a subir. As posições mais negociadas subiam quase 1%, retomando parte das perdas de ontem.
O mercado, apesar disso, ainda sente a pressão que vem de uma outra combinação de fatores. Entre eles o avanço do plantio e as boas condições de clima nos EUA, a demanda ainda enfraquecida pela soja americana, a China em feriado até sexta-feira - também deixando o mercado esvaziado - e a alta recente do dólar.
Ontem, a alta da divisa americana pesou sobre todas as commodities, com os investidores buscando proteção em um dia de elevada aversão ao risco, à espera de novas informações que podem mexer ainda mais com os mercados. A decisão do Federal Reserve sobre os juros nos EUA é uma das mais esperadas, mais uma vez.
No Brasil, os mercados não funcionam em função do feriado do Dia do Trabalho. Assim, falta também a referência do dólar frente ao real, no entanto, o dólar index trabalha com estabilidade, caminhando de lado com o feriado se estendendo para outras diversas partes do mundo.
0 comentário
Soja volta a subir em Chicago nesta 4ª feira e, combinada com alta do dólar, puxa preços no Brasil
Julho chega com "Weather Market" definitivo: Clima nos EUA assume o controle dos preços na Bolsa de Chicago
Soja inicia julho com estabilidade na Bolsa de Chicago após relatório do USDA, de olho no clima
Apesar do USDA "baixista", soja sobe em Chicago nesta 3ª, esperando números mais pesados
Exportação de soja do Brasil em junho fica abaixo do previsto devido à chuva, aponta Anec
Soja opera em campo positivo na Bolsa de Chicago, apesar do USDA e da baixa do óleo