Soja tem leves baixas na manhã desta 6ª em Chicago, com ajustes técnicos e atenções à América do Sul
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O mercado da soja dá sequência às baixas registradas na sessão anterior, porém, de forma mais contida na manhã desta sexta-feira (8) na Bolsa de Chicago. As cotações perdiam, por volta de 7h10 (horário de Brasília), de 2,75 a 3 pontos nos principais vencimentos, levando o novembro a US$ 13,65 e o março a US$ 13,76 por bushel. Trigo, milho, farelo e óleo de soja também operam no vermelho.
Os preços estão pressionados e caminham, segundo explicam analistas internacionais, para a segunda semana de saldo negativo na CBOT, passando por movimentos técnicos de baixa, de correção, depois dos bons ganhos na sessão anterior em função de uma piora apontada para as lavouras americanas na última semana pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Assim, a espera pelo novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA, que chega na semana que vem, traz também certa cauteça ao mercado.
Do mesmo modo, aos poucos, as expectativas de uma safra maior na América do Sul também pesam sobre as cotações. As condições climáticas deverão ser melhores, em especial para a Argentina, e tais informações ganham mais espaço no foco dos traders.
O que limita as baixas agora, porém, é a demanda mais forte da China, ainda segundo os especialistas. "Os últimos números trazidos pela China mostram que as importações de soja do país aumentaram 31% para 9,36 milhões de toneladas em agosto, com as processadoras locais buscando aproveitar ainda o produto mais competitivo do Brasil".
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