Soja recua em Chicago nesta 6ª feira e vai encerrando a semana na defensiva
![]()
O mercado da soja opera em campo negativo na manhã desta sexta-feira (10) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h20 (horário de Brasília), recuava, pouco mais de 5,50 pontos nas posições mais negociadas, com o maio ainda resistente nos US$ 15,04 por bushel.
A semana vai terminando como começou, com o mercado mais na defensiva. As mudanças vieram pelo novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), mas pouco mexeram com as cotações.
Ontem, as bolsas argentinas de Rosário e Buenos Aires cortaram suas estimativas para a safra de soja do país para menos de 30 milhões de toneladas, o que segue dando certo suporte aos preços, enquanto a grande safra que está sendo colhida no Brasil equilibra o andamento dos preços, segundo analistas e consultores de mercado.
Leia mais:
+ Bolsas de Rosário e Buenos Aires estimam safra de soja da Argentina em menos de 30 mi de t
Do mesmo modo, os traders também acompanham as possibilidades de um aumento de área nos EUA, o que poderia também ser um fator de pressão. A demanda chinesa e seu comportamento também seguem no radar.
Às margens dos fundamentos, permanecem algumas inseguranças que ainda assombram o macrocenário, resultando em interferência para não só a soja, mas para todas as commodities.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
0 comentário
StoneX eleva em 0,2% previsão de safra de soja do Brasil 2026/27 para 183,5 mi t
Começa nesta terça-feira, 1º de setembro, o calendário de semeadura da soja na Região 1 de São Paulo
Fim do vazio sanitário em MT: El Niño aumenta atenção para início do plantio de soja após
Soja dispara em Chicago nesta 3ª, com piora das lavouras nos EUA e forte alta do óleo
Mercado brasileiro da soja começa semana com preços estáveis e negócios ainda acontecendo
Soja 26/27: retração na expansão de área indica um teto para o crescimento?