Soja: Mercado em Chicago tem manhã de 5ª feira de estabilidade, à espera de novas notícias
![]()
O mercado da soja segue trabalhando com estabilidade nesta quinta-feira (15) na Bolsa de Chicago, esperando por notícias que possam direcionar melhor as cotações. Assim, perto de 8h20 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam de 1 a 1,50 ponto, levando o janeiro a US$ 14,83 e o maio a US$ 14,89 por bushel.
O clima na América do Sul segue como o fator mais importante para o direcionamento dos preços e as previsões ainda mostram que os próximos dias serão de tempo seco e quente na Argentina e no sul do Brasil. As condições ainda trazem muita preocupação e podem seguir tirando potencial produtivo das lavouras em ambas as regiões.
Na outra ponta, atenções ainda sobre a China, o recente relaxamento nas medidas em combate ao Covid-19, o commportamento da população e os efeitos de todo o cenário sobre o consumo.
"A forte demanda por soja dos EUA, liderada pelo principal comprador China, provavelmente sustentará os preços, embora o aumento das infecções por COVID-19 na China tenha gerado preocupações à medida que o país reabre", afirmam analistas internacionais.
Foco ainda sobre o macrocenário, sobre o caminhar do dólar e, nesta quinta, às vendas semanais para exportação que serão divulgadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:
0 comentário
Soja opera em alta na Bolsa de Chicago e volta aos US$ 12 impulsionada por clima nos EUA e demanda chinesa
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA
Soja testa os dois lados da tabela e volta a testar leves altas em Chicago nesta 3ª feira (7)
Soja em Chicago estende ganhos após disparar 4%; mercado monitora calor agressivo nos EUA e compras da China
Royal Rural: China começa a comprar soja americana
Soja fecha com quase 4% de alta em Chicago alerta sobre clima quente e seco no Corn Belt; BR acompanha