Soja caminha de lado na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira e já se ajusta à espera do novo USDA
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Nesta terça-feira (8), os futuros da soja na Bolsa de Chicago operam com estabilidade, porém, do lado negativo da tabela. Perto de 7h50 (horário de Brasília), os principais contratos cediam entre 3 e 3,50 pontos, levando o janeiro a US$ 14,46 e o maio a US$ 14,62 por bushel.
O mercado dá sequência às baixas da sessão anterior e já se prepara para a divulgação do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta quarta-feira, dia 9 de novembro. As expectativas são de um reporte mais baixista para os preços, com a possibilidade de uma correção na safra americana.
Ao longo do dia, o Notícias Agrícolas traz as expectativas detalhadas para o relatório de amanhã.
No paralelo, permanecem as atenções sobre o clima e o desenvolvimento da nova safra da América do Sul, que - apesar do terceiro ano de La Niña - não traz, ao menos por agora, problemas tão sérios como os registrados no ano passado. Ainda assim, o monitoramento é constante e mantém os traders em alerta.
Além da oferta, a demanda também é acompanhada de perto, já que permanecem as restritivas medidas de contenção da Covid-19 na China, ao mesmo tempo em que seus estoques de farelo continuam caindo e as margens do esmagamento permanecem positivas.
Correndo por fora estão as notícias do financeiro e o comportamento do dólar, que continuam interferindo não só na soja, mas em todas as commodities.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
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