Soja segue com leves ganhos nesta tarde de 5ª focada na demanda chinesa e clima na AMS
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As cotações futuras da soja operavam do lado azul da tabela nesta tarde de quinta-feira (27) na Bolsa de Chicago (CBOT), mas com ganhos menores do que os registrados pela manhã, ficando entre US$ 1,4 a 3,4 por bushel nos principais contratos.
Por volta das 12h20 (horário de Brasília), o vencimento novembro/22 subia US$ 3,4 por bushel, cotado a US$ 13,81 por bushel, enquanto que o contrato mais distante, o maio/23, subia um pouco menos, US$ 2,4 por bushel, negociado a US$ 14,11 por bushel.
Nos derivados, o farelo de soja tinha alta de 1,42% nesta tarde, enquanto que o óleo perdia mais de 1%.
O mercado acompanha as informações de forte demanda chinesa nesses últimos dias, um dos fatores que tem dado suporte nos últimos dias. "A soja está mais firme, sustentada por boa demanda tanto na exportação quanto na doméstica", disse a Reuters.
O outro ponto de suporte da oleaginosa está relacionado com a safra da América do Sul, incluindo a do Brasil. Um massa de ar polar está sendo monitorada pelos operadores. Ela pode provocar uma queda nas temperaturas na virada do mês.
Sem causar grandes mudanças ao mercado futuro, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) trouxe nesta manhã vendas semanais de soja em 1,03 milhão de toneladas na semana entre os dias 14 a 20 de outubro.
O volume ficou dentro das expectativas de mercado, mas foi mais baixo em relação à semana anterior (2,33 milhões de t).
No Brasil, as altas externas, além do dólar e dos prêmios em alta, têm proporcionado boas oportunidades de negócios para o produtor avançar na comercialização, segundo Cristiano Palavro, diretor da Pátria Agronegócios.
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