Soja opera com estabilidade em Chicago nesta 4ª atenta à guerra, aos juros nos EUA e fundamentos
![]()
Os preços da soja iniciam mais um dia com estabilidade nesta quarta-feira (21) na Bolsa de Chicago, porém, do lado positivo da tabela. As cotações, por volta de 7h50 (horário de Brasília), subiam entre 1,50 e 3 pontos, levando o novembro a US$ 14,81 e o março a US$ 14,90 por bushel.
O mercado trabalha de olho em fundamentos já conhecidos e espera por novas notícias para redefinir melhor seu direcionamento na CBOT. Ontem, as cotações subiram forte puxados pelo trigo, que encerrou o dia com mais de 7% de alta diante das preocupações - além dos fundamentos - com a situação se agravando entre a Rússia e a Ucrânia.
Hoje, os preços do cereal seguem trabalhando em campo positivo, porém de forma bem mais contida. O suporte aos preços, no entanto, continua. Afinal, nesta quarta o presidente Vladimir Putin informou sobre uma mobilização de mais tropas para o conflito com a Ucrânia e ainda acusou o Ocidente de "chantagem nuclear".
Leia mais:
+ Putin mobiliza mais tropas para guerra na Ucrânia e acusa Ocidente de "chantagem nuclear"
Além disso, os traders hoje seguem muito atentos às divulgações do Federal Reserve sobre as taxas de juros nos EUA, que deverão ser elevadas diante do caminho difícil que tenho feito a economia norte-americana, com índices muito elevados de inflação.
Atenção ainda ao clima nos EUA para o andamento da colheita e na América do Sul para o avanço do plantio da safra 2022/23, bem como ao comportamento da demanda.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
0 comentário
Soja fecha semana com fortes altas e Chicago acima dos US$ 12, depois dias de intensa volatilidade
Crédito caro e risco no campo desafiam setor de sementes de soja nos próximos anos
Soja sobe mais de 10 pts e julho retoma os US$ 12 em Chicago com nova alta do petróleo
Soja caminha de lado em Chicago nesta 6ª, após semana de intensa volatilidade
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco