Soja inicia semana com estabilidade em Chicago nesta 2ª já na expectativa pelo novo reporte do USDA
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A semana começa com a soja estável na Bolsa de Chicago. Nesta manhã de segunda-feira (8), os futuros da oleaginosa perdiam de 0,25 a 1,50 ponto nos contratos mais negociados, levando o novembro a US$ 14,08 e o janeiro a US$ 14,15 por bushel.
Novamente, a retomada dos negócios tem influência dos fundamentos - em especial o clima no Corn Belt -, da geopolítica e do macroeconômico, porém, com um tempero a mais já que na sexta-feira, 12 de agosto, chega o novo reporte mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos).
As expectativas centrais do mercado estão, neste mês, sobre a possiblidade de redução no potencial produtivo, tanto da soja, quanto do milho. Assim, atenção ainda ao tamanho da safra e dos estoques finais americanos.
Ainda no foco deste início desta semana, novas altas para o óleo de soja. Os futuros do derivado subiam mais de 1% nesta segunda, acompanhando avanço também dos óleos nos mercados asiáticos.
"Na China, os futuros do óleo de palma subiram mais de 6% e o óleo de soja, mais de 3,5%. Na quarta-feira, chegam dados de oferta e demanda Malásia e se fala em uma queda da produção, provavelmente, por falta de trbalhadores (...) Por outro lado, os grandes estoques na Indonésia colocam um teto sobre as cotação. Os estoques combinados entre Indonésia e Malásia saíram de 5,15 para quase 8,8 milhões de tonelaas do final de dezembro para o final de maio deste ano", explica Eduardo Vanin, analista da Agrinvest Commodities.
Veja como fechou o mercado na última semana:
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