Soja: Chicago segue operando do lado negativo da tabela nesta 4ª feira e volatilidade é intensa
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O mercado da soja na Bolsa de Chicago testa leves baixas nesta manhã de quarta-feira (20), estendo as perdas da sessão anterior. Perto de 7h55 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 7,50 e 9,25 pontos, com o o agosto sendo cotado a US$ 14,68 e o novembro a US$ 13,49 por bushel. Ainda na CBOT, alta para o óleo, mas novas perdas se apresentam para o farelo. O primeiro contrato tinha US$ 388,60 por tonelada curta e recuo de 0,8%.
A volatilidade segue muito acentuada para as commodities. Embora os fundamentos sejam importantes e fortes para os grãos neste momento - com o clima dando sinais graves, em especial para a Europa neste momento - a força do financeiro muito avesso ao risco ainda persiste e mantém uma pressão acentuada sobre os futuros.
No entanto, os temores são menos intensos neste momento. Atenção ao fornecimento de gás russo para a Europa, à recessão, à inflação e aos novos momentos da Covid-19 na China levando a mais lockdowns.
Além do clima e do financeiro, na soja o mercado também se mostra bastante atento às novas compras que tem sido feitas pela China, principalmente para os embarques fevereiro e março. "Se fala em mais três barcos comprados ontem. Traders comentam que haveria mais um milhão de toneladas a caminho. Cofco comprando e vendenod para a Sinograin", relata o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commodities.
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