Soja recua em Chicago nesta 2ª feira e segue dividindo atenções entre fundamentos e conflito
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A segunda-feira (14) é de leves baixas para os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago. As cotações cediam entre 8 e 9,50 pontos, levando o maio a US$ 16,68 e o julho a US$ 16,42 por bushel, por volta de 7h50 (horário de Brasília). O mercado segue se ajustando e dividindo suas atenções entre as questões geopolíticas e seus fundamentos.
O mercado chegou a subir mais forte na abertura dos negócios frente à informação de que a Argentina estaria, temporariamente, paralisando suas exportações de farelo e óleo de soja. "A suspensão se dará até a aprovação do governo da elevação das tarifas de exportação destes dois produtos que até então era de 31%. O governo deve elevar a tarifa para 33%, alíquota hoje cobrada sobre o grão da soja", explica o time da Agrinvest Commodites.
Assim, depois dos ganhos registrados durante a madrugada, o mercado devolve parte das altas entre os preços do grão e do óleo de soja. No farelo, as altas continuam e se aproximam de 1% na CBOT.
Veja como fechou o mercado na última semana:
1 comentário
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Adilson Garcia Miranda São Paulo - SP
Na questão das Retenciones dos Produtos rurais Argentinos, o qual, é garfado pela esquerda Argentina. A nossa esquerda também está muito ansiosa, por seguir seu exemplo, pois o agro negócio é o que mais fatura, na economia, e eles acham, que o produtor é o que mais se da bem, e joga dinheiro fora, e em seu raciocínio esperto, o dinheiro suado de quem trabalha, deve é ficar no bolso, dos mamadores do dinheiro público. Coitada da Argentina. Será que vamos para o mesmo caminho ?
De jeito nenhum Sr. Adilson, tá muito fácil, Bolsonaro em 22..
É o Sr. tem razão, até as pesquisas fajutas fabricadas pela pela mídia esquerdista para favorecer o Lula, já estão mostrando uma reação do Bolsonaro.