Soja irrigada teve bom desempenho na Bahia
Os produtores que anteciparam a semeadura de soja irrigada, e começaram o plantio, a partir do dia 1º de outubro de 2021, já finalizaram a colheita. As produtividades médias alcançadas nestas áreas de pivô ficaram em torno de 73 e 84 sacas por hectare. No Oeste da Bahia, 36 propriedades solicitaram o cultivo antecipado da soja irrigada. Destes, 24 pertencem aos cotonicultores, distribuídos em sete dos 18 núcleos do Programa Fitossanitário da Abapa. Estas áreas totalizam pouco mais de 21 mil hectares.
A antecipação da semeadura para a soja irrigada é possível, de acordo com a Portaria da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab), de 053 de 13 de agosto de 2021. Contudo, ela precisa ser solicitada, e o plantio só pode ser feito após a aprovação dos órgãos competentes.
O cultivo em pivô amplia a janela de produção, permitindo ao produtor rural fazer duas safras, de culturas diferentes, por ano, na mesma área. Esta possibilidade, além de otimizar o uso da área cultivada, ao evitar a monocultura, também contribui para quebrar o ciclo de pragas e doenças.
A soja se manteve com ótimo aspecto fitossanitário e com a população de pragas e as doenças abaixo do nível de danos. Dentre as pragas, notaram-se o percevejo marrom (Euschistus heros), lagartas (spodoptera) e mosca-branca (bemisia tabacci). Quanto às doenças, houve incidência de mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum) e ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi). A colheita da soja em regime de sequeiro segue com produtividades entre 68 e 70 Sacas por hectare.
0 comentário
Preços da soja têm semana mais curta, mas de preços subindo no Brasil e bom avanço das vendas com apoio do câmbio
Expectativa de compras chinesas sustenta altas para os futuros da soja em Chicago nesta quinta-feira
Soja amplia ganhos na Bolsa de Chicago com valorizações nesta quinta-feira
Produtos do esmagamento de soja ampliam diversificação de mercados e geração de valor na cadeia agroindustrial
Soja volta a subir em Chicago nesta 4ª feira e, combinada com alta do dólar, puxa preços no Brasil
Julho chega com "Weather Market" definitivo: Clima nos EUA assume o controle dos preços na Bolsa de Chicago