Soja: Safras eleva estimativa de produção do Brasil para 144,7 mi de t
A produção brasileira de soja em 2021/22 deverá totalizar 144,7 milhões de toneladas, com elevação de 5,4% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 137,3 milhões de toneladas. A estimativa foi divulgada por SAFRAS & Mercado. Em julho, quando foi divulgado o relatório anterior, a projeção era de 142,2 milhões de toneladas.
Com o plantio passando da metade, SAFRAS indica aumento de 4% na área, estimada em 40,5 milhões de hectares. Em 2020/21, o plantio ocupou 38,96 milhões de hectares. No relatório anterior, SAFRAS indicava área de 39,82 milhões de hectares.
O levantamento aponta que a produtividade média deverá passar de 3.4542 quilos por hectare para 3.590 quilos.
Foram feitos ajustes positivos em áreas esperadas para estados das regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, com destaque para aumentos nos três maiores estados produtores do país (Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul).
Além destes três estados, houve também ajustes importantes nos estados de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
“Os altos preços praticados no mercado interno de soja, tanto para o restante da safra disponível quanto para as entregas da safra nova (principalmente), voltaram a estimular a migração de áreas de outras culturas para a oleaginosa. Além disso, a recente queda nos preços do boi gordo também parece incentivar uma maior migração de áreas de pastagens para a cultura da soja, agregando também a abertura de novas áreas”, explica o analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque.
0 comentário
Soja fecha semana com fortes altas e Chicago acima dos US$ 12, depois dias de intensa volatilidade
Crédito caro e risco no campo desafiam setor de sementes de soja nos próximos anos
Soja sobe mais de 10 pts e julho retoma os US$ 12 em Chicago com nova alta do petróleo
Soja caminha de lado em Chicago nesta 6ª, após semana de intensa volatilidade
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco