Soja testa fortes altas em Chicago com fundos de volta à ponta compradora
Liderados por altas de mais de 3% entre os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago, os grãos voltaram a subir de forma bastante intensa no início da tarde desta quarta-feira (27). Por volta de 12h20 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 9 e 10,50 pontos nos principais vencimentos, e um pouco mais cedo registravam altas superiores a 15 pontos.
No caso da soja em grão, além das altas fortes do milho, o farelo também puxava forte e registrava ganhos de 2%. O primeiro contrato subia 2,17% levando a tonelada curta a US$ 334,00.
Depois de um dia de liquidação de posições e realizações de lucros, quase todas as commodities voltaram a subir.
"A inflação joga mais uma vez pesando entre as commodities agrícolas após uma liquidação noturna. Fundos voltam à ponta compradora do mercado, liderados pelas compras no milho, que subia até 18 pontos em Chicago", explica Arlan Suderman, economista chefe de commodities do StoneX Group.
FUNDAMENTOS
Os fundamentos do plantio no Brasil - que segue caminhando bem - e da colheita americana, que também avança em ritmo satisfatório, apesar de alguns problemas pontuais de clima, também continuam a ser acompanhados pelos traders.
Do mesmo modo, a demanda da China também permanece no radar. Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou duas vendas de soja, sendo 199 mil para a nação asiática.
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