Lideradas pelo algodão, commodities agrícolas sobem nesta 6ª e soja tem alta de quase 1%
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Nesta manhã de sexta-feira (8), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago sobem quase 1% na Bolsa de Chicago. As altas variavam entre 10,50 e 12,50 pontos nos principais contratos, por volta de 7h35 (horário de Brasília), levando o novembro a US$ 12,57 e o maio a US$ 12,88 por bushel. O mercado acompanha as demais commodities agrícolas, as quais sobem todas, lideradas pelo algodão, que tem altas superiores a 3%, dando continuidade a seu rally.
Entre os derivados da soja, os futuros do óleo sobem mais de 0,7% e os de farelo, mais de 0,3%. Sobem também as cotações do petróleo - tanto o brent, quanto o WTI -, enquanto recuam ainda os preços do gás natural. No mesmo momento, o dólar index cedia 0,05%. O minério de ferro, na Bolsa de Dalian, subiu quase 5%.
O mercado se atenta, além de seus fundamentos já conhecidos, à volta da China aos negócios depois de seu feriado de uma semana e chega trazendo alguns dados importantes. De acordo com os dados do PMI do Caixin, a atividade de serviços da voltou a crescer em setembro e o mercado acionário da nação asiática fechou em alta diante destes dados melhores da economia e de algum alívio sentido entre as relações do país com os EUA.
Xi Jinping e Joe Biden deverão se encontrar, em uma cúpula virtual, ainda neste ano e a notícia foi bem recebida pelo mercado.
>> Atividade de serviços da China volta a crescer em setembro, mostra PMI do Caixin
>> Ações da China avançam com dados fortes de serviços e alívio em tensões sino-americanas
Paralelamente, segue o monitoramento sobre a colheita americana, o plantio brasileiro, o comportamento da demanda chinesa por soja - inclusive por derivados - e também a espera pelo novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz na terça-feira, dia 12.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
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