Soja recupera parte das últimas baixas e sobe quase 1% nesta tarde de 3ª em Chicago
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No início da tarde desta terça-feira (21), os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago intensificaram suas altas e, por volta de 13h10 (horário de Brasília), variavam entre 8,50 e 11 pontos nos contratos mais negociados. Assim, o contrato novembro vinha sendo cotado a US$ 12,73 e o maio, referência importante para a safra brasileira, tinha US$ 12,91 por bushel.
O mercado se volta aos seus fundamentos e recupera parte das últimas baixas registradas na sessão anterior, motivadas pela aversão ao risco intenso observada na sessão anterior.
o mercado ainda acompanha os novos números que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe no final do dia de ontem, com os primeiros dados sobre a colheita norte-americana.
Até o último domingo (19), 6% da área já havia sido colhida, contra 5% do mesmo período do ano passado e alinhada com a média dos últimos cinco anos de 6%. A expectativa média do mercado era de 5%.
Além disso, o relatório ainda apontou uma ligeira melhora nos campos americanos. O índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições foi reportado pelo USDA em 58%, contra 57% da semana anterior. Há um ano, este número era de 63%.
O plantio no Brasil e as condições de clima por aqui, o comportamento da demanda - e a China ainda no feriado - e mais o andamento dos preços dos derivados também estão no radar dos traders - com farelo e óleo subindo nesta tarde de terça-feira. Em alguns pontos do país, os trabalhos de campo foram paralisados diante da falta de chuvas.
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No financeiro, permanece a atenção também sobre as questões e os desdobramentos da incorporadora China Evergrande, mas com menos pessimismo e tensão do que na sessão anterior. As commodities agrícolas seguem em alta, à exceção do milho e do trigo, bem como sobem também os futuros do petróleo.
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