Soja dá continuidade às altas na Bolsa de Chicago nesta 4ª mesmo com avanço do plantio nos EUA

O mercado da soja opera com novas boas altas no pregão desta quarta-feira (2) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h55 (horário de Brasília), subiam entre 10,25 e 14,25 pontos nos principais contratos, com o julho valendo US$ 15,58 e o novembro, US$ 14,10.
Os traders seguem acompanhando ainda a continuidade das altas do petróleo - além das demais commodities - e do óleo de soja também negociado na CBOT, ambos subindo mais de 1% na manhã de hoje.
"Os futuros do óleo de soja na Bolsa de Dalian sobe forte nessa quarta-feira, dando força para o óleo de palma na Malásia. A alta na China é provocada pela expectativa de redução do esmagamento, fruto das margens muito ruins", explica a equipe da Agrinvest Commodities.
Além disso, ainda segundo a consultoria, as previsões mostrando que junho terá condições menos favoráveis em relação a maio para a safra 2021/22 dá espaço para as altas não só da soja, mas também dos vizinhos milho e trigo.
De acordo com o reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no fim da tarde de ontem, o plantio da soja já está concluído em 84% da área, contra 75% da semana anterior, 74% do ano passado e 67% da média dos últimos cinco anos.
E mesmo com estes números tão adiantados, o mercado continua subindo nesta quarta em Chicago.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
+ Soja em Chicago encerra com boas altas, mas longe das máximas do dia
0 comentário
Soja fecha semana com fortes altas e Chicago acima dos US$ 12, depois dias de intensa volatilidade
Crédito caro e risco no campo desafiam setor de sementes de soja nos próximos anos
Soja sobe mais de 10 pts e julho retoma os US$ 12 em Chicago com nova alta do petróleo
Soja caminha de lado em Chicago nesta 6ª, após semana de intensa volatilidade
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco