Soja busca recuperação e testa ligeiros ganhos na Bolsa de Chicago nesta 5ª feira

O mercado da soja testa leves ganhos na manhã desta quinta-feira (20) na Bolsa de Chicago, depois de perder mais de 30 na sessão anterior. As cotações subiam entre 2,50 e 3 pontos, por volta de 7h30 (horário de Brasília), com o julho sendo cotado a US$ 15,41 e o novembro valendo US$ 13,71 por bushel.
Os traders não desviam suas atenções das condições mais favoráveis de clima no Corn Belt, o bom avanço do plantio americano e também o comportamento da demanda. De outro lado, segue sustentado também em seus fundamentos, principalmente os baixos estoques norte-americanos - tanto da safra velha, quanto os que são estimados para a safra nova.
Ainda nesta quinta, o mercado também espera pelo novo boletim semanal de vendas para exportação a ser divulgado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) pela manhã.
O mercado da soja sobe ainda acompanhando a retomada também do milho e do trigo na Bolsa de Chicago, bem como do óleo de soja, que volta a subir nesta quinta na CBOT depois de perder mais de 2% no pregão anterior.
De outro lado, atenção aos preços do petróleo, que seguem recuando e perdem mais de 1% na manhã de hoje para o WTI na Bolsa de Nova York. Em Londres, a queda do Brent era de 1,66%, com o barril sendo cotado a US$ 65,41.
Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:
>> Soja: Apesar da correção forte desta 4ª, cenário fundamental mantém mercado sustentado em Chicago
0 comentário
Soja perde até R$ 2/sc no mercado de portos nesta 2ª feira com baixas em Chicago de mais de 1%
Soja brasileira amplia papel estratégico na transição energética e reforça avanços em sustentabilidade
Soja/Cepea: Demanda firme leva Indicadores aos maiores patamares desde abril/23
Soja abre a semana com estabilidade em Chicago; pressão do Pro Farmer, mas suporte do milho e da China
Preços da soja no Brasil renovam máximas após semana com quase 4% de alta acumulada em Chicago
China aumenta compras de soja dos EUA em meio a temor de safra menor e preços mais altos