Soja começa uma nova semana em campo positivo na Bolsa de Chicago nesta 2ª feira

O mercado da soja reinicia mais uma semana com boas altas sendo registradas na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 7h20 (horário de Brasília), subiam entre 12 e 20,50 pontos nos vencimentos mais negociados, levando o julho a US$ 15,47 e o setembro a US$ 13,93 por bushel.
Os traders permanecem bastante focados nas questões climáticas para os EUA, onde algumas regiões ainda sofrem com temperaturas baixas e o tempo seco, condições que trazem um ritmo um pouco menos intenso para o plantio da safra 2021/22.
A partir de maio, como explicam os especialistas, o mercado climático passa a ser ainda mais forte e influenciar ainda mais as cotações da soja, ao contrário do que foi observado em abril, quando o peso era maior para o milho.
Assim, agora ambas as culturas têm bastante espaço no mercado climático. O novo boletim semanal de acompanhamento de safras chega nesta segunda-feira, às 17h (Brasília) pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), e é bastante esperado pelo mercado.
Para o curto prazo, o mercado também segue refletindo os estoques curtos de soja que são conhecidos globalmente, bem como a demanda que ainda é forte.
Ao lado dos fundamentos, as commodities também sendo um atrativo permanecem no radar dos traders e esse também tem sido um pilar importante para as cotações.
Veja como fechou o mercado na última semana:
+ Soja sobe até 6% em Chicago com clima nos EUA e puxada forte do óleo; BR tem pressão do dólar
0 comentário
Soja fecha semana com fortes altas e Chicago acima dos US$ 12, depois dias de intensa volatilidade
Crédito caro e risco no campo desafiam setor de sementes de soja nos próximos anos
Soja sobe mais de 10 pts e julho retoma os US$ 12 em Chicago com nova alta do petróleo
Soja caminha de lado em Chicago nesta 6ª, após semana de intensa volatilidade
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco