Na contramão das demais commodities, soja segue recuando em Chicago nesta 6ª

Os futuros da soja seguem recuando na Bolsa de Chicago neste início de tarde de sexta-feira (26). Por volta de 12h05 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 1,75 e 7,75 pontos, com o maio sendo cotado a US$ 14,06 e o setembro, US$ 12,61 por bushel.
O mercado teve uma semana bastante agitada, com bastante influência do mercado financeiro - principalmente do petróleo - e do mercado de derivados, com mais força o óleo de soja.
Aos poucuos, os traders também se viram na transição da conclusão da safra da América do Sul para a nova dos EUA, se preparando para a divulgação do relatório Prospective Plantings, do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no dia 31 de março.
Mais do que isso, observam ainda o cenário climátipco para o país, que já deu início ao seus trabalhos de campo, com o plantio do milho começando nas regiões mais ao sul dos EUA.
A soja vai na contramão de todas as demais commodities, à exceção do trigo, que também recua na CBOT, que sobem forte nesta sexta-feira. O petróleo segue liderando o movimento, com alta de mais de 4%, seguido pelo algodão na Bolsa de Nova York, que subia 3% depois do limite de baixa registrado na sessão anterior.
O bloqueio no Canal de Suez com um navio gigante encalhado na região causou um transtorno imenso entre diversas cadeias de suprimento, puxa os preços do petróleo e, consequentemente, os valores dos fretes marítimos, que já vinham bastante elevados.
0 comentário
Vendas de soja avançam na semana no mercado brasileiro, com margens remunerando melhor o produtor
Academia Amssoja Brasil promove imersão em jornada do cliente e CRM
Soja cai em Chicago nesta 6ª feira, realizando lucros após disparada na sessão anterior
Prêmios de mais de 100 pts e alta de quase 2% em Chicago puxam preços e negócios com a soja no Brasil
Dados de exportações do USDA mostram início do programa de compras de soja na China e Chicago sobe
Soja opera em leve alta na Bolsa de Chicago nesta 5ª com suporte do farelo e atenção ao clima nos EUA