Soja em Chicago tem preços perto da estabilidade nesta 2ª feira (5) de olho no USDA

Os principais contratos futuros da soja operavam próximos da estabilidade com leves quedas na manhã desta segunda-feira (5) na Bolsa de Chicago (CBOT). Por volta das 8h31 (horário de Brasília), o vencimento Novembro/20 trabalhava com recuo de 0,50 pontos, valendo US$ 10,20 por bushel, enquanto o Janeiro/21 baixou 0,75 pontos, operando em US$ 10,24/bushel.
De acordo com informações da Reuters Internacional, o preço da soja pouco mudou, à espera do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre o acompanhamento da safra norte-americana.
Além disso, “trigo, milho e soja estão sendo apoiados pelos relatórios mais positivos sobre o estado de saúde do presidente americano Donald Trump, que está apoiando o petróleo bruto, enquanto o dólar também está com tendênncia mais fraca”, disse Matt Ammermann, gerente de risco de commodities StoneX, à Reuters Internacional.
Segundo a agência de notícias, o relatório do USDA deve trazer informações positivas sobre as colheitas norte-americanas, já que o clima para os trabalhos da safra está favorável.
MERCADO INTERNO
Para o mercado da soja brasileira, a Agrifatto Consultoria reportou que o preço da oleaginosa no país fechou a última semana com firmeza nos R$ 150,00 por saca nas negociações spot em grande parte dos portos nacionais.
"A leve queda em Chicago foi compensada pela valorização do prêmio pago nos portos brasileiros que subiu US$ 0,02 por bushel. O farelo de soja no país já rompe a barreira dos R$ 2.200 por tonelada, com uma escassez de oferta que só aumenta", informou a consultoria.
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