Soja opera estável em Chicago nesta 4ª, cauteloso à espera do novo boletim do USDA

O mercado da soja, nesta quarta-feira (9), opera com estabilidade na Bolsa de Chicago, mais uma vez testando oscilações bastante tímidas. Perto de 7h40 (horário de Brasília), o contrato novembro subia 0,75 ponto, cotado a US$ 9,73, enquanto o março/21 valia US$ 9,76, recuando 0,25 ponto.
A semana já era esperada para ser, de fato, com os traders mais na defensiva. Na sexta-feira (11), chega o novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e o mercado espera com ansiedade os números, acreditando que possa haver uma redução da safra americana, depois de um agosto de adversidades climáticas em pontos do Corn Belt.
Ontem, no final da tarde, o USDA trouxe seu reporte semanal de acompanhamento de safras com uma nova baixa na qualidade das lavouras americanas de soja e milho.
O reporte mostra que são 65% dos campos americanos de soja em boas ou excelentes condições, contra 66% da semana anterior. São ainda 25% das lavouras em condição regular e 10% em situação ruim ou muito ruim. 20% das lavouras da oleaginosa estão derrubando suas folhas, contra 8% da semana anterior, 7% de 2019% e 16% de média dos últimos anos.
No paralelo, segue a atenção ds traders sobre a demanda pelos produtos dos EUA pela China, que nesta terça (8) já comprou mais de 600 mil toneladas de soja e mais de 100 mil de milho.
Atenção ainda ao financeiro e às demais commodities, em especial o petróleo, que registrou perdas bastante intensas. Hoje, a commodity já volta a subir e tem ganhos de quase 1% para o WTI na Bolsa de Nova York.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
>> Soja fecha em alta após 3ª feira volátil em Chicago e preços permanecem fortes no BR
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