Soja: procura elevada e baixa disponibilidade elevam cotações, que são recordes
O baixo excedente interno, a firme demanda das indústrias nacionais e a retração de sojicultores em negociar novos volumes a curto prazo vêm elevando os valores domésticos da soja e também os prêmios de exportação. Assim, este segundo semestre se inicia com os preços do grão renovando as máximas nominais. Segundo pesquisadores do Cepea, esse contexto tem estimulado agentes a negociar a produção das duas próximas safras. No mercado spot (com entrega/recebimento em até sete dias), os preços renovam os recordes nominais, mas sojicultores não mostram interesse em vender novos lotes. Vale lembrar, no entanto, que o remanescente da safra 2019/20 no País é de apenas 5%, segundo agentes consultados pelo Cepea. Com isso, os produtores têm expectativas de conseguir maior receita pela venda desse remanescente nos próximos meses. Na sexta-feira, 24, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa da soja Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ Paraná registraram novos recordes nominais, fechando a R$ 117,53/saca de 60 kg e a R$ 111,00/sc, respectivamente, 1,3% e 2,2% acima dos patamares observados na sexta anterior, 17.
0 comentário
Preços da soja caem em Chicago, mas alta do dólar mantém equilíbrio no mercado brasileiro
Soja busca sustentação em Chicago nesta 4ª, com suporte do farelo, de olho no clima e no cenário externo
Soja em Chicago e dólar sobem nesta 3ª feira, mas preços no BR ainda são limitados por alta disponibilidade
Imea estima safra de soja 26/27 de Mato Grosso 5,2% menor do que a anterior com El Niño no radar
Anec faz leve redução na previsão de embarques de soja do Brasil em junho
Soja segue estável em Chicago, sustentando leves altas; no Brasil atenção ao dólar