Soja sobe forte nesta 2ª feira e marca máximas em quatro meses em Chicago com clima adverso nos EUA

O mercado da soja na Bolsa de Chicago volta do feriado nos EUA operando com boas altas nesta segunda-feira (6), registrando suas máximas sem quatro meses. Por volta de 7h40 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa subiam entre 7,75 e 11,50 pontos, com o novembro já sendo cotado a US$ 9,08 por bushel.
Segundo analistas internacionais, o avanço das cotações se dá em função das preocupações com o clima seco e quente em partes do Corn Belt. "As condições climáticas, neste momento, estão um tanto desfavoráveis e podem provocar a perda de produtividade em algumas regiões", disse um analista ao portal Agriculture.com.
Assim, a expectativa é de que o mercado mantenha seu foco sobre os mapas e previsões climáticas para o Meio-Oeste americano durante toda a semana e aos poucos vão definindo qual o peso que o clima terá sobre o andamento dos preços daqui em diante.
No final da tarde de hoje, após o fechamento do mercado, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras. E as expectativas são de que o índice de lavouras em boas ou excelentes condições permaneça em 71% para a soja e 73% para o milho nos números que chegam às 17h (Brasília).
Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:
0 comentário
Soja em Chicago e dólar sobem nesta 3ª feira, mas preços no BR ainda são limitados por alta disponibilidade
Imea estima safra de soja 26/27 de Mato Grosso 5,2% menor do que a anterior com El Niño no radar
Anec faz leve redução na previsão de embarques de soja do Brasil em junho
Soja segue estável em Chicago, sustentando leves altas; no Brasil atenção ao dólar
Mato Grosso lidera avanço da soja sustentável e impulsiona Brasil a superar 2 milhões de hectares certificados
Soja volta a subir na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira, com ajustes técnicos e apoio do farelo