Soja trabalha com estabilidade na Bolsa de Chicago à espera dos novos reportes do USDA nesta 3ª

O mercado da soja na Bolsa de Chicago, à espera de novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), opera com estabilidade nesta manhã de terça-feira (30). Perto de 7h20 (horário de Brasília), o julho subia 2,25 pontos, enquanto os demais contratos recuavam entre 0,25 e 1 ponto, com o agosto sendo cotado a US$ 8,61 e o novembro, US$ 8,60 por bushel.
Às 13h (horário de Brasília), o departamento traz os números atualizados da área de plantio da safra 2020/21 dos EUA, bem como os estoques trimestrais na posição de 1º de junho deste ano no país.
Sobre a área, para a soja, se espera algo entre 34,12 e 34,64 milhões de hectares, com média de 34,3 milhões. Há um ano, a área destinada à oleaginosa foi de 30,8 milhões de hectares apenas. Em março, no Prospective Planting, a área para a oleaginosa foi estimada em 33,8 milhões de hectares.
Os estoques trimestrais de soja em 1º de junho são esperados em 37,58 milhões de toneladas - média das expectativas, as quais variam entre 34,7 e 40,55 milhões de toneladas. Há um ano, esse número era de 48,53 milhões e em 1º de março de 2020, de 61,32 milhões de toneladas.
O mercado internacional também segue acompanhando o andamento do financeiro e as preocupações que ainda são causadas pela pandemia do novo coronavírus e seus efeitos sobre a economia global. Nesta manhã de terça-feira, os futuros do petróleo, por exemplo, perdiam mais de 1% para o WTI na Bolsa de Nova York, que volta a ser cotado abaixo dos US$ 40,00 por barril.
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