Soja inicia semana com variações tímidas e limitadas na Bolsa de Chicago nesta 2ª feira

A segunda-feira (29) começa com pequenas baixas sendo registradas pela soja na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, perto de 7h15 (horário de Brasília), recuavam de 1,75 a 2,75 pontos nos contratos mais negociados, com o julho valendo US$ 8,62, o agosto US$ 8,58 e o novembro, US$ 8,58 por bushel.
O mercado internacional da oleaginosa segue na necessidade de novas notícias fortes e, nesta semana, se prepara para a chegada do novo boletim de área plantada e estoques trimestrais dos EUA pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O reporte chega nesta terça-feira, 30 de junho.
Ainda do USDA, chegam números de embarques semanais de grãos e de atualização das condições de números de acompanhamento de safras para a temporada 2020/21 dos EUA, estes chegando apenas às 17h (Brasília), desta segunda-feira, depois do fechamento do mercado em Chicago.
Paralelamente, os traders acompanham também as preocupações com o coronavírus, que pode trazer uma segunda onda de infecções e preocupa o mercado. Na China, quase meio milhão de pessoas foram isoladas perto de Pequim, como medida para tentar conter esse novo momento da doença.
"Autoridades da China anunciaram o confinamento, neste domingo, 28, de quase meio milhão de pessoas que vivem nos arredores da capital do país, Pequim. Desde meados de junho, a cidade vive um novo surto de coronavírus, já qualificado como "sério e complexo" pelo governo", informa a agência Xinhua.
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Assim, as notícias são conhecidas, porém, o momento ainda é bastante ruim e preocupante, o que continua limitando as possibilidades de recuperação dos preços da soja - e demais commodities - uma vez que compromete ainda a recuperação, sobretudo, da economia global.
"Salvo uma surpresa altista nos números e/ou novas compras de soja americana pela China, o mercado tende a continuar sentindo a pressão do momento de pessimismo em relação a questao do C19 e a recessão global", explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar.
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