Rússia deveria firmar acordo de paz, diz Trump após reunião “muito boa” com Zelenskiy
![]()
EVIAN-LES-BAINS, França, 16 Jun (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira que a Rússia deveria firmar um acordo de paz com a Ucrânia, acrescentando que fará o possível para pôr fim à guerra após uma reunião “muito boa” entre o presidente Volodymyr Zelenskiy e os líderes do G7 em uma cúpula na França.
Trump chegou à cúpula do G7, realizada de 15 a 17 de junho no resort de Evian-les-Bains, apresentando um acordo preliminar para encerrar o conflito com o Irã e com um foco renovado para encerrar a guerra na Ucrânia.
Trump elogiou sua reunião com Zelenskiy e outros presidentes do G7 em uma sessão a portas fechadas na terça-feira, acrescentando que se reuniria bilateralmente com o líder ucraniano.
“Vou fazer tudo o que puder”, disse Trump, acrescentando que a Rússia deveria chegar a um acordo.
Zelenskiy e diplomatas europeus esperam convencer Trump de que a situação da Ucrânia melhorou, enquanto Kiev pressiona por mais apoio para fortalecer sua posição em eventuais negociações de paz com Moscou.
“O foco principal é fortalecer a defesa aérea da Ucrânia e avançar na diplomacia, para fazer com que a Rússia ponha fim à guerra”, postou Zelenskiy no X após a reunião. “A paz é necessária.”
Diplomatas europeus afirmaram que o tom da reunião foi construtivo.
“Parece que agora temos uma análise comum: que a Rússia está na defensiva”, disse um diplomata, acrescentando que Trump permaneceu até o final da sessão.
(Reportagem de John Irish)
0 comentário
Rússia deveria firmar acordo de paz, diz Trump após reunião “muito boa” com Zelenskiy
Acordo entre EUA e Irã promete fim da guerra, mas ainda não está claro como isso vai funcionar
Europeus vão questionar Trump no G7 sobre acordo com Irã e pedir mudança de estratégia sobre Ucrânia
Minério de ferro cai por dados fracos sobre vendas de imóveis na China
Importações de minério de ferro pela China cairão para 50% do consumo até 2030, diz CMRG
Desequilíbrio econômico da China se agrava com primeira queda nas vendas no varejo em mais de três anos