Diesel S-10 registra menor valor do ano e lidera queda entre os combustíveis na primeira quinzena de maio
O preço médio nacional do diesel S-10 atingiu na segunda semana de maio o menor patamar do ano, cotado a R$ 6,22 por litro. O valor iguala o registrado na última semana de 2024, refletindo diretamente a recente redução de preços promocionais pela Petrobras no início do mês, voltada às distribuidoras. É o que mostram os dados mais recentes do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
De acordo com o balanço, a queda acumulada em maio foi de R$ 0,10 por litro, o que representa uma redução de 1,58% no preço do diesel S-10 em relação à última semana de abril. Entre as UFs, a redução observada no preço do diesel S-10 foi generalizada. Considerando o balanço parcial de maio, os maiores recuos foram identificados nas posições de combustíveis sediados no Amapá (-6,8%), Pernambuco (-2,5%), Alagoas (-2,5%), Paraná (-2,5%) e Rio Grande do Norte (-2,1%).
Desde o pico registrado na segunda semana de fevereiro (R$ 6,54), o combustível já acumula uma retração de R$ 0,32, equivalente a cerca de 4,9% para o consumidor final.
O preço médio nacional do diesel S-10 atingiu na segunda semana de maio o menor patamar do ano, cotado a R$ 6,22 por litro. O valor iguala o registrado na última semana de 2024, refletindo diretamente a recente redução de preços promocionais pela Petrobras no início do mês, voltada às distribuidoras. É o que mostram os dados mais recentes do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, desenvolvido em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
De acordo com o balanço, a queda acumulada em maio foi de R$ 0,10 por litro, o que representa uma redução de 1,58% no preço do diesel S-10 em relação à última semana de abril. Entre as UFs, a redução observada no preço do diesel S-10 foi generalizada. Considerando o balanço parcial de maio, os maiores recuos foram identificados nas posições de combustíveis sediados no Amapá (-6,8%), Pernambuco (-2,5%), Alagoas (-2,5%), Paraná (-2,5%) e Rio Grande do Norte (-2,1%).
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