Wall Street cai após últimas ameaças de tarifas de Trump
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Por Purvi Agarwal e Johann M Cherian
(Reuters) - Os principais índices de Wall Street caíam nesta terça-feira, depois que os últimos planos do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tarifas farmacêuticas renovaram as preocupações com o impacto de uma guerra comercial, enquanto alguns resultados corporativos fracos também pesavam sobre o sentimento dos investidores.
Trump disse no final da segunda-feira que anunciaria tarifas sobre produtos farmacêuticos nas próximas duas semanas, sua mais recente ação em relação às taxas que agitaram os mercados financeiros globais nos últimos meses.
A Eli Lilly e a Merck caíam cerca de 2,4% cada uma, enquanto a Pfizer recuava 1,7% após a notícia, o que compensou o otimismo em torno da ordem de Trump que visa reduzir o tempo de aprovação para fábricas de produtos farmacêuticos.
A incerteza causada pelas tarifas levou os consumidores, as empresas e até mesmo o Federal Reserve a adotarem uma postura de esperar e observar, enquanto se esforçam para lidar com as tarifas e avaliar seu impacto.
A Ford Motor foi a última a suspender sua perspectiva anual na segunda-feira, juntando-se a uma série de empresas que retiraram suas previsões em abril. As ações da montadora reverteram as perdas registradas nas negociações de pré-abertura e subiam cerca de 1%.
O Dow Jones Industrial Average caía 1,06%, para 40.783,03 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 1,10%, a 5.588,40 pontos, e o Nasdaq Composite tinha queda de 1,35%, para 17.604,03 pontos.
((Tradução Redação São Paulo)) REUTERS CMO
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