Minério de ferro sobe com otimismo sobre demanda da China
![]()
NOVA DÉLHI (Reuters) - Os contratos futuros do minério de ferro subiram nesta terça-feira, com a demanda resiliente e as melhores perspectivas na China, principal consumidor mundial do minério, continuando a dar suporte ao mercado.
O contrato de setembro do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com alta de 1,7%, a 908 iuanes (125,47 dólares) a tonelada.
O minério de ferro de referência de junho na Bolsa de Cingapura subiu 1,9%, para 120,4 dólares a tonelada.
A China anunciou na sexta-feira medidas para seu setor imobiliário atingido pela crise, com o banco central facilitando 1 trilhão de iuanes (138 bilhões de dólares) em financiamento extra e flexibilizando as regras de hipoteca, entre outras iniciativas.
"Ainda há muita conversa fiada sobre os preços do minério de ferro e do complexo de metais industriais da China, que foram sustentados pelo otimismo e pelo sentimento positivo em torno dos recentes pacotes de apoio relacionados ao setor imobiliário", disse Atilla Widnell, diretor administrativo da Navigate Commodities.
Widnell acrescentou, no entanto, que "embora as medidas sejam favoráveis aos preços de imóveis e tratem da destruição de riqueza e valor criada pelo excesso de estoque, não acreditamos que serão uma bala de prata para a atividade de construção e a demanda de aço associada".
As margens das usinas siderúrgicas chinesas também continuam fracas, pressionando os preços das matérias-primas para a produção de aço, disse a ANZ Research em uma nota.
(Reportagem de Neha Arora)
0 comentário
Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
Ibovespa fecha com declínio modesto, mas tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral
Setor chinês de terras raras suspende algumas remessas aos EUA, dizem fontes
CNN: Fachin retira pedido para investigar Mendonça do inquérito das fake news
Datafolha: Lula tem 46% contra 44% de Flávio em eventual 2º turno
Trump diz que se Fed não reduzir juros, deixará de fazer negócios com alguns países