Corrida presidencial mexicana aperta um pouco, mas Sheinbaum segue muito à frente, mostra pesquisa
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CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - A corrida para ocupar o cargo de presidente do México ficou um pouco mais apertada, mas a ex-prefeita da Cidade do México e candidata do partido governista, Claudia Sheinbaum, ainda tem o dobro dos votos da sua principal rival, mostrou uma pesquisa nesta segunda-feira.
Sondagem realizada entre os dias 17 e 22 de novembro com 1.000 mexicanos pelo instituto Buendía & Márquez, encomendada pelo jornal El Universal, mostrou que Sheinbaum — que representa o esquerdista Morena (Movimento de Regeneração Nacional) — teria 48% dos votos, contra 24% de Xóchitl Gálvez.
A oposicionista representa uma aliança de três partidos, que vai da centro-esquerda à centro-direita. Samuel García, que concorre por outra legenda de centro-esquerda, o Movimento Cidadão (MC), receberia 8% dos votos.
Um a cada cinco entrevistados disse não ter preferência para a eleição do dia 2 de junho de 2024.
Uma outra sondagem publicada no começo de outubro colocou Sheinbaum com 50% dos votos, contra 20% de Gálvez, embora aquela pesquisa tenha incluído um quarto candidato, de centro-direita, que não estava listado desta vez.
Sheinbaum tem o apoio do atual presidente, Andrés Manuel López Obrador, cujas taxas de aprovação permanecem altas. A lei mexicana permite que presidentes cumpram apenas um mandato de seis anos.
“Com a entrada de Samuel García como único candidato pelo MC, a cédula presidencial foi praticamente definida”, comentou o chefe da Buendía & Márquez, Jorge Buendía, ao jornal El Universal.
Ele disse que Sheinbaum lidera em reconhecimento de imagem e opinião pública positiva, e que este último fator é principal desafio de sua rival: “A janela de oportunidade para os candidatos é a população desinformada. Eles formam o segmento que mais pode influenciar as campanhas”.
(Reportagem de Raul Cortes e Sarah Morland)
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