UE deve estar preparada para novos membros até 2030, diz chefe do Conselho Europeu
![]()
BELGRADO (Reuters) - A União Europeia deve estar pronta para admitir novos Estados-membros até 2030, disse o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, em um fórum no balneário esloveno de Bled, nesta segunda-feira.
“Acredito que devemos estar prontos até 2030 para aumentar”, disse Michel. "Isso é ambicioso, mas necessário. Mostra que levamos a sério."
Os seis Estados dos Bálcãs Ocidentais -- Albânia, Bósnia, Kosovo, Montenegro, Macedônia do Norte e Sérvia -- encontram-se em diferentes fases do processo de adesão ao bloco.
No ano passado, a Moldávia e a Ucrânia receberam o estatuto de candidatas. A Geórgia também espera receber esse estatuto.
Michel disse que, para aderir ao bloco, os futuros Estados-membros terão que implementar reformas para garantir um poder judicial independente, combater o crime organizado e a corrupção e alinhar a sua política externa com a União Europeia.
Ele instou todos os aspirantes a resolverem os seus conflitos bilaterais antes de aderirem à União Europeia.
“É preciso garantir que os conflitos passados não sejam importados para a União Europeia”, disse. Michel acrescentou que o Conselho Europeu discutirá a expansão em sua próxima reunião.
Ele disse que o pacote da Comissão Europeia, esperado para outubro, poderá fornecer mais detalhes sobre a integração progressiva que poderá permitir que os futuros membros sintam os benefícios da participação plena em algumas instituições e políticas da União Europeia antes de se tornarem formalmente membros do bloco.
Michel disse que a União Europeia também precisará implementar algumas reformas para estar pronta para seu crescimento.
(Reportagem de Ivana Sekularac)
0 comentário
Comércio entre Brasil e EUA recua 14,3% no ano, com queda de exportações e importações, aponta Monitor da Amcham
Tarifa dos EUA sobre agro brasileiro pode subir para 37,5% e ameaça competitividade
Wall Street recua com queda do setor de tecnologia e aumento das tensões no Oriente Médio
Ibovespa recua com aumento de tensão geopolítica e inflação nos EUA sob holofote
Taxas dos DIs voltam a subir após primeiro impacto da inflação nos EUA
Ibovespa abre em queda com aumento de tensão geopolítica e inflação nos EUA sob holofote