Comissão do Senado aprova prorrogação por 4 anos de desoneração da folha
![]()
(Reuters) - A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou nesta terça-feira a prorrogação por quatro anos da desoneração da folha de pagamento para 17 setores que teriam direito ao benefício até o final deste ano, contrariando posição do governo.
A proposta, que estende o benefício até 2027, foi aprovada por 14 votos favoráveis e 3 contrários, informou a Agência Senado. O texto ainda terá que passar por um segundo turno de votação na comissão. Se a aprovação for confirmada e não houver um pedido para votação no plenário, o projeto seguirá direto para deliberação na Câmara.
Na segunda-feira, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse a jornalistas que o governo trabalhava para segurar a votação da prorrogação do benefício, uma vez que o Ministério da Fazenda está preparando uma nova regra "mais abrangente" com mudanças na desoneração da folha.
"O ministro Fernando Haddad (da Fazenda) pretende apresentar essa proposta no segundo semestre", disse Jaques. "Ele gostaria que esperássemos essa proposta antes de se votar essa extensão."
Segundo o senador, o princípio das mudanças em elaboração é de que segmentos que empreguem mais tenham mais desoneração.
Os 17 setores alcançados pela medida em vigor são confecção e vestuário, calçados, construção civil, call center, comunicação, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, tecnologia da informação), tecnologia de comunicação, projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.
0 comentário
Jovem Pan: Trump se reúne com aliados do G7 após anúncio de acordo com o Irã
BTG/Nexus: Lula lidera no 1º e 2º turnos contra Flávio Bolsonaro
Combates no Líbano diminuem após acordo entre EUA e Irã, mas deslocados são alertados a não voltarem às pressas para casa
Lagarde comemora acordo de paz entre EUA e Irã
Membro do BCE afirma que não há sinais de alívio na inflação mesmo que Estreito de Ormuz reabra em breve
Rússia está comprometida com propostas dos EUA para paz e rejeita ultimatos da Europa, diz chanceler