Sanções impostas à Rússia por guerra na Ucrânia devem ser mantidas, diz Japão
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TÓQUIO (Reuters) - O Japão e os países que pensam da mesma forma devem estar unidos e manter as sanções contra a Rússia até que ela termine sua agressão na Ucrânia, disse o ministro das Relações Exteriores do Japão, Yoshimasa Hayashi, nesta sexta-feira.
"A julgar pela situação e, especialmente, pelo que a Rússia está dizendo e fazendo, acho que é importante que o G7 e os países que pensam da mesma forma permaneçam unidos e continuem com sanções severas contra a Rússia", disse Hayashi em uma coletiva de imprensa.
Ele disse que espera que as sanções incentivem a Rússia a "pôr fim à sua agressão o mais rápido possível, para que possamos chegar à fase em que poderemos usar o diálogo e as negociações de paz".
Os líderes dos países do Grupo dos Sete (G7) se reuniram na cidade de Hiroshima no mês passado e renovaram seu compromisso com as sanções contra a Rússia, ao mesmo tempo em que prometeram trabalhar para evitar que elas sejam contornadas.
Os países do G7 afirmaram que restringiriam as exportações de maquinário industrial, ferramentas e tecnologia úteis para o esforço de guerra da Rússia e limitariam sua receita com o comércio de metais e diamantes.
(Reportagem de Sakura Murakami)
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