Ações da Intel sobem e Wall Street comemora sinais de recuperação
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(Reuters) - As ações da Intel subiram quase 6%, com a divulgação trimestral da outrora dominante fabricante de chips indicando "progressos a passos de bebê" nos esforços para recuperar seus negócios depois de ceder participação de mercado a rivais e lutar com as margens mais baixas de todos os tempos.
Pelo menos 13 corretoras elevaram o preço-alvo para as ações da empresa, que tiveram desempenho inferior às das rivais este ano, encorajadas pelas falas do presidente-executivo Pat Gelsinger de que o mercado de computadores pessoais, no qual a empresa construiu sua reputação, estava se estabilizando após vários trimestres de declínio.
"Embora o ritmo futuro da recuperação do setor seja incerto, acreditamos que a Intel atingiu receita, margem bruta e lucro neste primeiro semestre de 2023", disse o analista da Benchmark Cody Acree, atualizando sua recomendação para a ação para "compra".
A Intel projetou na quinta-feira que as margens brutas ajustadas subirão acima de 40% no segundo semestre e disse que aumentou as remessas de um chip importante para data centers, depois que um atraso de mais de um ano permitiu que rivais conquistassem sua participação neste mercado.
Os analistas da TD Cowen disseram que a empresa "ainda não estava fora de perigo, mas este era um ponto de partida".
Alguns anos difíceis significaram que a avaliação da Intel está muito atrás das rivais Nvidia e TSMC, avaliadas em cerca de 672 bilhões de dólares e 420 bilhões de dólares, respectivamente.
As ações da companhia registravam valorização de 4,3% no início da tarde desta sexta-feira.
A Intel registrou seu maior prejuízo trimestral no primeiro trimestre, uma vez que aumentou a produção e os investimentos em fábricas.
"O caixa continua problemático", disse a Rosenblatt Securities, acrescentando que "os investimentos em capacidade realmente não resolvem um esforço monumental para alcançar a TSMC e a Samsung; como se lidar com AMD, Broadcom e Nvidia como um grupo não fosse suficiente".
(Por Eva Mathews e Aditya Soni)
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