Wall Street fecha em alta com investidores focados nos próximos dados de emprego dos EUA
![]()
Por Noel Randewich e Ankika Biswas
(Reuters) - Os principais índices dos Estados Unidos fecharam em alta nesta quinta-feira, ajudados por uma alta nas ações da Alphabet, enquanto investidores, preocupados com uma desaceleração da economia, aguardavam novos dados de empregos a serem divulgados na sexta.
A Alphabet subiu 3,8% e a Microsoft avançou 2,6% e ambas forneceram mais combustível do que qualquer outra ação para o ganho do S&P 500 na sessão. A Google, uma unidade da Alphabet, planeja adicionar recursos de inteligência artificial ao seu mecanismo de busca, informou o Wall Street Journal.
Somando-se aos dados recentes que indicam um mercado de trabalho fraco, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram para 228.000 com ajuste sazonal na semana encerrada em 1º de abril, contra as expectativas de 200.000 pedidos.
Os dados do Departamento do Trabalho dos EUA da semana anterior foram revisados para mostrar que mais 48.000 pedidos foram recebidos.
O índice S&P 500 fechou em alta de 0,36%, a 4.105,02 pontos. O Dow Jones teve variação positiva de 0,01%, a 33.485,29 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite avançou 0,76%, a 12.087,96 pontos.
Wall Street perdeu terreno nos últimos dias em reação aos sinais de desaceleração da economia, que incluíram dados fracos sobre folhas de pagamento privadas e vagas de emprego nesta semana.
Dos 11 índices setoriais do S&P 500, oito subiram, liderados pelo de serviços de comunicação, com alta de 1,71%, seguidos por um ganho de 0,74% no de serviços públicos.
Na semana, o S&P 500 caiu 0,1%, o Dow Jones subiu 0,6% e o Nasdaq perdeu 1,1%.
0 comentário
BC corta Selic em 0,25 ponto, a 14,25%, e deixa próximos passos em aberto
Memorando de entendimento foi oficialmente assinado pelo Irã e pelos EUA, diz mídia iraniana
Ibovespa fecha em queda após Fed sinalizar alta de juros neste ano
Dólar fecha em alta no Brasil após Fed indicar possível alta de juros em 2026
Jovem Pan: Israel volta a atacar o Líbano e ignora as críticas de Trump
Trump diz que “ninguém” atacou escola de meninas no Irã “de propósito”