China endurece regulamentação de mercado de US$580 bi de fundos de títulos, dizem fontes
![]()
XANGAI (Reuters) - O regulador de valores mobiliários da China reforçou o controle de risco no mercado de fundos de títulos de 580 bilhões de dólares do país, reduzindo a proporção de fundos mútuos de dívida mais arriscados e restringindo a alavancagem, disseram três fontes familiarizadas com o assunto.
De acordo com as regras, os novos fundos de títulos podem investir até 20% das carteiras em títulos classificados como AA+, em comparação com 50% anteriormente, disseram as fontes à Reuters. O investimento restante deve ser em títulos AAA de primeira linha.
A Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC) também proibiu a alavancagem no investimento em títulos AA+, disseram as fontes, eliminando um método de potencialmente aumentar os retornos.
As mudanças ocorrem em meio ao aumento da inadimplência em setores como o imobiliário, que sofrem com a desaceleração do ambiente de negócios, bem como a iniciativa do governo de reestruturar a economia.
O CSRC não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters.
Os fundos existentes não serão afetados pelas novas regras, disseram as fontes, que não quiseram ser identificadas porque não estão autorizadas a falar com a mídia sobre o assunto.
As mudanças já estão refletidas em dois fundos lançados em março.
O Hexa Asset Management e o Harvest Fund Management em seus prospectos de vendas disseram que os títulos AA+ representarão não mais do que 20% das participações, enquanto a proporção de títulos AAA não será inferior a 80%.
(Por Redação de Xangai)
0 comentário
Dólar fecha em queda no Brasil, a R$4,8961, em linha com exterior
Ibovespa avança com balanços sob holofote e exterior favorável, mas tem quarta semana negativa
Taxas dos DIs caem acompanhando exterior com dados de emprego dos EUA e guerra no radar
EUA atacam navios do Irã em Ormuz; Teerã fala em ‘confrontos esporádicos’
Produção e vendas de veículos no Brasil recuam em abril ante março
Mudança na formação de preços de energia poderia elevar encargo ao consumidor, diz Engie