S&P e Dow sobem com investidores avaliando riscos bancários e pausa no aumento de juros
![]()
Por Amruta Khandekar e Ankika Biswas
(Reuters) - O S&P 500 e o Dow Jones subiam nesta segunda-feira, com o resgate do banco Credit Suisse ajudando a acalmar o nervosismo em torno de uma crise bancária maior, enquanto os investidores avaliavam as chances de o Federal Reserve interromper os aumentos de juros nesta semana.
Operadores aumentaram as apostas de que o Fed provavelmente fará uma pausa nos aumentos dos juros na quarta-feira para garantir a estabilidade financeira, com o colapso do Silicon Valley Bank e do Signature Bank ameaçarem virar uma bola de neve.
No fim de semana, o UBS concordou em comprar o rival Credit Suisse por 3,23 bilhões de dólares, em uma fusão arquitetada pelas autoridades suíças para evitar mais turbulências no mercado bancário global.
As ações do Credit Suisse listadas nos EUA despencavam 48,5% e atingiram uma nova mínima recorde, enquanto o UBS subia 7,8%.
Grandes bancos dos EUA, como JPMorgan Chase & Co , Citigroup e Morgan Stanley, subia entre 0,6% e 1,6%.
"Há (há) mais boas notícias do que más notícias no setor bancário", disse Art Hogan, estrategista-chefe de mercado da B Riley Wealth.
O índice de bancos do S&P e o índice KBW de bancos regionais, que na sexta-feira registraram sua maior queda em duas semanas desde março de 2020, subiam 1,4% e 3,2%, respectivamente, no início do pregão.
Às 11:16 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,95%, a 32.165,63 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,57%, a 3.939,05 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite recuava 0,25%, a 11.602,01 pontos.
0 comentário
Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
Ibovespa fecha com declínio modesto, mas tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral
Setor chinês de terras raras suspende algumas remessas aos EUA, dizem fontes
CNN: Fachin retira pedido para investigar Mendonça do inquérito das fake news
Datafolha: Lula tem 46% contra 44% de Flávio em eventual 2º turno
Trump diz que se Fed não reduzir juros, deixará de fazer negócios com alguns países