China promete garantir operações normais durante reformas institucionais
![]()
PEQUIM (Reuters) - A China implementará cuidadosamente reformas institucionais e garantirá operações ordenadas, informou a mídia estatal, citando a primeira reunião de gabinete presidida pelo novo primeiro-ministro, Li Qiang, nesta terça-feira.
Li, o ex-chefe do Partido Comunista de Xangai, foi nomeado primeiro-ministro no sábado, durante sessão anual do Parlamento da China e tem a tarefa de reanimar a segunda maior economia do mundo após três anos de restrições contra a Covid-19.
As reformas institucionais continuam sendo "uma importante tarefa política no momento" e a China garantirá que todo o trabalho seja realizado normalmente, informou a mídia estatal, citando comentários da reunião.
"As reformas institucionais devem ser encaradas como uma oportunidade de adequação às necessidades de construção de um novo padrão de desenvolvimento e de promoção do desenvolvimento de qualidade."
Na semana passada, o Parlamento da China aprovou um plano para uma ampla reforma das instituições do governo central, incluindo a formação de um órgão regulador financeiro e de uma agência nacional de dados, além da reformulação de seu Ministério de Ciência e Tecnologia.
O novo gabinete comandado por Li enfrenta o desafio de colocar a economia de volta nos trilhos após as restrições contra a Covid-19, sentimento fraco tanto do consumidor quanto das empresas, crescimento global lento e incertezas geopolíticas.
(Reportagem de Ellen Zhang e Kevin Yao)
0 comentário
Índice Nikkei tem maior ganho semanal em quase dois anos com ações do setor de IA
Negociações de paz entre EUA e Irã são adiadas, prejudicando perspectivas de trégua duradoura
Wall Street sobe com impulso do setor de semicondutores em meio a otimismo com Irã
Dólar sobe a R$5,1745 com Fed vendo alta de juros e Copom sugerindo nova baixa
Ibovespa fecha com variação modesta após BC deixar em aberto próximas decisões sobre a Selic
Custo das renegociações deve ser próximo a R$ 65 bi e não traz impacto fiscal ao governo