Bostic diz que autoridades do Fed "continuam determinadas" a controlar a inflação
![]()
WASHINGTON (Reuters) - A inflação é o maior obstáculo enfrentado pela economia dos Estados Unidos no momento e as autoridades do Federal Reserve "continuam determinadas" a reduzi-la de volta à meta de 2% do banco central norte-americano, disse o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, nesta quinta-feira.
A inflação "está alta demais aqui nos Estados Unidos... eu e o Comitê Federal de Mercado Aberto continuamos determinados a usar nossas ferramentas de política monetária para trazer a inflação de volta ao nosso objetivo", disse Bostic em breves comentários preparados para o início de uma conferência na filial de Nova Orleans do Fed de Atlanta.
"Aprecio relatórios recentes que incluem sinais de moderação nas pressões sobre preços, mas ainda há muito trabalho a fazer", disse Bostic. O relatório mais recente mostrou que a medida de inflação preferida do Fed está em uma taxa anual de 5,5%.
A conferência de um dia é fechada para a imprensa, mas discutirá pesquisas sobre a "interação entre os mercados financeiros e a política monetária", disse Bostic.
Essa é uma questão de importância central para as autoridades do Fed, preocupadas com a possibilidade de os mercados estarem subestimando sua determinação de trazer a inflação de volta à meta, mesmo que isso signifique juros mais altos do que o previsto e uma desaceleração econômica maior do que o esperado.
Ele não discutiu suas opiniões ou preferências atuais para a próxima reunião do Fed, entre 31 de janeiro e 1 de fevereiro.
(Reportagem de Howard Schneider)
0 comentário
Rússia critica envio de sistema de mísseis dos EUA à Noruega, vê golpe contra ideia de negociações sobre armas
Omã afirma ter evacuado 16 tripulantes do navio saudita “Sidr”, atacado pelo Irã
Kremlin não descarta retomada das negociações de paz com Ucrânia e EUA
Irã diz que anunciará nova zona restrita no Golfo Pérsico
Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
Ibovespa fecha com declínio modesto, mas tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral