Haddad anuncia diplomata Tatiana Rosito para Secretaria de Assuntos Internacionais da Fazenda
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Por Bernardo Caram
BRASÍLIA (Reuters) - O futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira o nome da diplomata e economista Tatiana Rosito para comandar a Secretaria de Assuntos Internacionais da pasta a partir de janeiro.
Mestre em desenvolvimento econômico pela Universidade de Harvard (EUA), Rosito atuou até este mês como consultora sênior do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como banco dos Brics, na sede da instituição, em Xangai, China.
Ela também já foi representante da Petrobras na China e secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), além de ocupar cargos de assessoramento nos ministérios do Planejamento, Fazenda e Relações Exteriores.
A secretaria de Assuntos Internacionais, hoje subordinada ao Ministério da Economia, trata de temas econômicos que envolvem o relacionamento do Brasil com outros países, blocos e organismos internacionais, além de prestar assessoria técnica em temas de defesa de interesses do país nessa área.
Haddad também apresentou nesta quinta a procuradora da Fazenda Nacional Fernanda Santiago para o posto de assessora especial de assuntos jurídicos da pasta.
Santiago é advogada especializada em direito público e mestranda em Direitos Humanos na Universidade de São Paulo.
"Ambas foram recomendadas pelas próprias carreiras", disse Haddad.
Com o anúncio desta quinta, Haddad fechou sua lista de secretários das grandes áreas da pasta. Anteriormente, ele indicou Gabriel Galípolo para a secretaria-executiva do ministério, Bernard Appy como assessor especial para reforma tributária e Anelize Lenzi de Almeida para o comando da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
Depois, anunciou Guilherme Mello para a Secretaria de Política Econômica, Marcos Barbosa Pinto para a Secretaria de Reformas, Robinson Barreirinhas para a Secretaria de Receita Federal e Rogério Ceron para o Tesouro Nacional.
Na entrevista desta quinta, Haddad afirmou ainda que o processo de entrada do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) é um tema de governo, não apenas da Fazenda, ressaltando que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva vai "reconsiderar" e "revisitar" o assunto após a posse.
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