Ações da China caem com temores por surtos de Covid
![]()
(Reuters) - As ações da China caíram nesta terça-feira, já que o otimismo sobre a flexibilização das restrições contra a Covid-19 começou a desaparecer em meio a sinais de um pico de infecções nas principais cidades chinesas, incluindo Pequim.
No entanto, as ações de Hong Kong ganharam com a notícia de que a cidade relaxará ainda mais suas restrições contra o vírus, impulsionando os setores de consumo e imobiliário.
O índice CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 0,2%, enquanto o índice de Xangai perdeu 0,09%. O índice Hang Seng de Hong Kong teve alta de 0,68%.
As ações da China e de Hong Kong haviam se recuperado acentuadamente de seus níveis mais baixos no final de outubro, na esperança de que a China aliviasse sua rígida política de Covid zero.
Na semana passada, as autoridades chinesas começaram a fazer isso, mas o otimismo sobre uma possível reabertura da economia está cedendo espaço aos temores de surtos e interrupções.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,40%, a 27.954 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,68%, a 19.596 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,09%, a 3.176 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,20%, a 3.945 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,03%, a 2.372 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,61%, a 14.522 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,98%, a 3.271 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,31%, a 7.203 pontos.
0 comentário
Dólar fecha em queda no Brasil, a R$4,8961, em linha com exterior
Ibovespa avança com balanços sob holofote e exterior favorável, mas tem quarta semana negativa
Taxas dos DIs caem acompanhando exterior com dados de emprego dos EUA e guerra no radar
EUA atacam navios do Irã em Ormuz; Teerã fala em ‘confrontos esporádicos’
Produção e vendas de veículos no Brasil recuam em abril ante março
Mudança na formação de preços de energia poderia elevar encargo ao consumidor, diz Engie