Índice europeu de ações afunda a mínima em 21 meses por crescentes temores de recessão
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As ações europeias tinham firme queda nesta quarta-feira, em linha com uma liquidação vista nos mercados asiáticos, com a intensificação da crise de energia na Europa e o aumento implacável nos rendimentos dos títulos globais alimentando preocupações com uma recessão.
O índice STOXX 600 atingiu o menor nível desde o fim de dezembro de 2020 e estendia as quedas para uma quinta sessão.
O índice DAX da Alemanha perdia em linha com os futuros de Wall Street, que na véspera afundou ainda mais em um mercado em baixa.
Tensões geopolíticas se intensificaram conforme a Europa investiga o que Alemanha, Dinamarca e Suécia disseram ser ataques a dois oleodutos da Nord Stream, esta no centro de um impasse energético.
A imprensa disse que a União Europeia (UE) ameaçou uma "resposta robusta e unida" a prováveis ataques a oleodutos.
Refletindo as perspectivas econômicas sombrias, uma pesquisa projetou que a confiança do consumidor alemão atingiria uma mínima recorde em outubro, já que as altas taxas de inflação e as contas de energia em disparada não mostram sinais de alívio.
O índice pan-europeu STOXX 600 tinha queda de 0,92%, a 384,67 pontos.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuava 1,05%, a 6.911,46 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caía 1,05%, a 12.012,72 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdia 0,74%, a 5.711,40 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib tinha desvalorização de 1,18%, a 20.714,82 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrava baixa de 1,04%, a 7.368,20 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizava-se 1,42%, a 5.366,72 pontos.
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