Wall St recua com investidor digerindo dados de emprego e temor sobre oferta de gás na Europa
![]()
Por Devik Jain e Sruthi Shankar
(Reuters) - Os principais índices de Wall Street passaram a cair nas negociações da tarde desta sexta-feira, com investidores digerindo dados de emprego norte-americanos mistos, enquanto preocupações renovadas com a crise do gás na Europa levavam a uma liquidação das ações antes de fim de semana prolongado nos Estados Unidos.
Os três principais índices norte-americanos iniciaram a sessão em alta acentuada, após dados de emprego mostrarem contratação mais forte do que o esperado no mês passado, mas aumento na taxa de desocupação, o que aliviou temores sobre aumentos muito agressivos dos juros pelo Federal Reserve.
"Os investidores estão repensando o relatório de empregos de agosto e provavelmente estão se inclinando para o fato de que não há um fim claro para os aumentos de juros. Taxas mais altas significam competição para as ações", disse Rick Meckler, sócio da Cherry Lane Investments.
Aumentando as preocupações, a Rússia cancelou o prazo de sábado para retomar os fluxos de gás através do gasoduto Nord Stream 1, uma das principais rotas de abastecimento para a Europa, depois de dizer que descobriu uma falha durante processo de manutenção.
A petrolífera estatal russa Gazprom disse que não poderá reiniciar os fluxos com segurança até que conserte um vazamento de óleo encontrado em uma turbina vital do gasoduto e não deu um novo prazo.
Às 15:23 (de Brasília), o índice S&P 500 perdia 0,89%, a 3.931,49 pontos, enquanto o Dow Jones caía 0,79%, a 31.405,20 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite recuava 1,27%, a 11.635,56 pontos.
0 comentário
Brasil tem fluxo cambial positivo de US$189 milhões em julho até dia 17, diz BC
Índice europeu STOXX 600 fecha na máxima em duas semanas
S&P 500 e Nasdaq abrem em baixa com cautela antes de balanços de tecnologia
Ibovespa opera em alta com Weg e Vale em destaque
Taxas dos DIs têm altas leves em meio ao avanço do petróleo no exterior
Nova tarifa de 25% dos EUA entra em vigor e afeta bilhões de dólares em exportações brasileiras