Medidas de suporte da China este ano superam as de 2020, diz premiê
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A força das medidas econômicas da China para apoiar a economia até agora este ano superou as de 2020, disse o primeiro-ministro, Li Keqianga, segundo a mídia estatal nesta segunda-feira.
"Este ano, em resposta a novos desafios, lançamos decisivamente um pacote de medidas e políticas de acompanhamento para estabilizar a economia, com força superior a 2020", disse Li.
Na semana passada, o gabinete anunciou 19 novas medidas, incluindo o aumento da cota em ferramentas de financiamento de bancos em 300 bilhões de iuanes (43,4 bilhões de dólares), após um primeiro pacote de 33 medidas reveladas em maio.
Pequim procura reduzir a burocracia, estabilizar o emprego e os preços e manter as operações econômicas dentro de um intervalo razoável, disse Li.
A economia da China escapou por pouco de uma contração no trimestre encerrado em junho. A atividade econômica se recuperou naquele mês, mas desacelerou em julho, aumentando a pressão sobre as autoridades econômicas para aumentar o suporte.
Sem nenhum sinal de que o governo está planejando aliviar sua dura política de "Covid-zero", alguns economistas privados esperam que a economia cresça cerca de 3% este ano, o que seria o ritmo mais lento desde 1976, excluindo a expansão de 2,2% em 2020, durante o período inicial do surto de Covid-19.
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