Dólar à vista fecha em queda de 1,66%, a R$5,162
![]()
SÃO PAULO (Reuters) - Os vendedores de dólar dominaram o mercado de câmbio nesta quinta-feira e empurraram a moeda a uma queda superior a 1%, no quarto pregão consecutivo de perdas que terminou com a cotação no menor valor em um mês, em meio à continuidade do desmonte de posições pró-dólar um dia depois de o Fed sinalizar abrandamento na alta dos juros.
A surpreendente retração da economia norte-americana no segundo trimestre --que por uma definição comum deixaria os Estados Unidos em recessão técnica-- pesou sobre o dólar em todo o mundo, uma vez que reforçou cenários de que os juros nos EUA podem não subir tanto, o que tiraria apelo da divisa norte-americana.
O dólar à vista caiu 1,66%, a 5,162 reais, menor valor para um encerramento desde 21 de junho (5,1533 reais). O real revezou com o iene japonês o posto de divisa com melhor performance global nesta sessão.
Em quatro sessões, o dólar recuou 6,10%, maior desvalorização para o período desde novembro de 2020. As baixas consecutivas empurraram a cotação para queda de 1,32% no cômputo de julho. Na sexta-feira passada, o acumulado do mês era de alta de 5,09%.
(Por José de Castro; Edição de Bernardo Caram)
0 comentário
Wall Street encerra em baixa por crescentes preocupações com inflação
Dólar sobe aos R$5,0664 puxado pelo cenário político no Brasil e pelo exterior
Ibovespa fecha em queda com ruído político local
Governo revisa regra que exigia publicação das margens de distribuidoras de combustíveis
Wall St cai na abertura com salto de rendimentos por preocupações com a inflação
Dólar supera R$5,05 pressionado por exterior e política local