Ações de Xangai fecham em máxima de 2 meses com impacto menor da Covid
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XANGAI (Reuters) - As ações de Xangai e Hong Kong fecharam em máximas de quase dois meses nesta segunda-feira, conforme Pequim e Xangai voltam à vida normal depois do maior surto de Covid-19 da China em dois anos, com o sentimento impulsionado por medidas para reanimar a economia do país.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 1,87%, maior nível em sete semanas, enquanto o índice de Xangai teve alta de 1,28%, máxima desde 8 de abril.
O índice de Hong Kong Hang Seng avançou 2,71%, também maior patamar desde 8 de abril, enquanto o China Enterprises Index teve ganho de 3,2%.
Pequim vai relaxar ainda mais as restrições contra a Covid-19 ao permitir refeições em ambientes fechados, enquanto Xangai levantou a maioria das restrições nos últimos dias.
"A reabertura em Xangai foi um catalisador positivo em si, mas o impacto imediato é mais no sentimento do que nos fundamentos", disseram analistas do Morgan Stanley em uma nota. "Continuamos a aconselhar paciência."
O banco central da China reforçará a implementação de sua política monetária prudente e antecipará medidas para apoiar a economia, disse o vice-presidente Pan Gonsheng.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,56%, a 27.915 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 2,71%, a 21.653 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,28%, a 3.236 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 1,87%, a 4.166 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI não abriu.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,32%, a 16.605 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,17%, a 3.226 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,45%, a 7.206 pontos.
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