EUA compartilharão tecnologia de vacina da Covid-19, diz Biden em cúpula global
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Por Ahmed Aboulenein
WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos vão compartilhar tecnologias usadas para fazer vacinas contra a Covid-19 através da Organização Mundial da Saúde (OMS) e estão trabalhando para expandir o acesso a testes rápidos e tratamentos antivirais para populações de difícil acesso, disse nesta quinta-feira o presidente dos EUA, Joe Biden.
Falando na segunda cúpula global da Covid-19, Biden pediu ao Congresso dos EUA que fornecesse fundos adicionais para que os Estados Unidos possam contribuir mais para a resposta global à pandemia.
"Estamos disponibilizando tecnologias de saúde que são de propriedade do governo dos Estados Unidos, incluindo a proteína spike estabilizada que é usada em muitas vacinas da Covid-19", disse Biden em seu discurso de abertura.
A cúpula, organizada conjuntamente pelos Estados Unidos, Belize, Alemanha, Indonésia e Senegal, está sendo realizada nesta quinta-feira para que os países discutam os esforços para acabar com a pandemia e se preparem para futuras ameaças à saúde.
A reunião está programada para se basear nos esforços e compromissos assumidos na primeira cúpula global em setembro, incluindo vacinar mais pessoas, enviar testes e tratamentos para as populações de maior risco, expandir as proteções aos trabalhadores do setor de saúde e gerar financiamento para a preparação para uma futura pandemia.
A Casa Branca reuniu mais de 3 bilhões de dólares em novos financiamentos para combater a pandemia, disse o governo norte-americano, incluindo mais de 2 bilhões de dólares para resposta imediata e 962 milhões de dólares em compromissos com o fundo de preparação para pandemias do Banco Mundial.
Também nesta quinta-feira, a Clinton Health Access Initiative (Chai) anunciou que vários fabricantes de medicamentos genéricos que produzirão versões do tratamento antiviral da Pfizer para a Covid, o Paxlovid, concordaram em vender o medicamento em países de baixa e média renda por 25 dólares por tratamento ou menos.
(Reportagem adicional de Jennifer Rigby, em Londres; Michael Erman, em Nova York; e Chris Gallagher, em Washington)
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