Preocupação com China e alta de juros leva ações europeias a mínima de um mês para fechamento
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As ações europeias fecharam em mínimas em quase um mês nesta sexta-feira, conforme uma combinação de fatores negativos como o lockdown contra a Covid-19 na China e preocupações com altas rápidas dos juros abalavam o sentimento globalmente.
O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 1,79%, a 453,31 pontos, seu resultado mais fraco desde 25 de março.
O setor de recursos básicos, que abriga mineradoras globais como Glencore e Rio Tinto, despencou 3,6% após os preços dos metais serem atingidos pelas medidas de restrição contra o coronavírus na China.
Em geral, os papéis mundiais atingiram mínimas em cinco semanas, enquanto investidores temem que as rápidas elevações das taxas de juros nos Estados Unidos, Reino Unido e zona do euro, devido à inflação crescente, pesarão sobre o crescimento econômico.
O chair do Federal Reserve, Jerome Powell, afirmou na quinta-feira que um aumento de 50 pontos-base "estará na mesa" quando o banco central dos EUA se reunir em 3 e 4 de maio, enquanto o Banco Central Europeu provavelmente subirá os juros antes do final do ano, disse a chefe da instituição, Christine Lagarde à CNBC nesta sexta-feira.
Em LONDRES, o índice Financial Times recuou 1,39%, a 7.521,68 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX caiu 2,48%, a 14.142,09 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 1,99%, a 6.581,42 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 2,12%, a 24.279,63 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 1,84%, a 8.652,30 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,87%, a 6.002,91 pontos.
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