Vendas no varejo dos EUA sobem em março, pedidos de auxílio-desemprego sobem
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WASHINGTON (Reuters) - As vendas no varejo dos Estados Unidos aumentaram em março, mas os consumidores estão mostrando sinais de redução dos gastos discricionários em meio à inflação elevada.
As vendas varejistas subiram 0,5% no mês passado, informou o Departamento do Comércio nesta quinta-feira. O dado de fevereiro foi revisado para mostrar aumento de 0,8% em vez de 0,3% como informado inicialmente.
Economistas consultados pela Reuters esperavam alta de 0,6% nas vendas varejistas, com as estimativas variando de queda de 0,3% a salto de 2,2%.
Gasolina e alimentos responderam pela maior parte do aumento nas vendas no mês passado. As vendas varejistas são compostas principalmente de bens e não são ajustadas pela inflação. Restaurantes e bares são a única categoria de serviços no relatório de vendas no varejo.
Em relatório separado, o Departamento do Trabalho informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego aumentaram em 18 mil, para 185 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 9 de abril
A expectativa era de 171 mil pedidos na última semana. Os pedidos recuaram de uma máxima recorde de 6,137 milhões no início de abril de 2020.
(Reportagem de Lucia Mutikani)
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